O Rio Grande do Norte não realiza transplante de fígado, por isso ela foi levada para Recife. O transporte aeromédico foi feito pelo Potiguar 2, helicóptero da Secretaria Estadual de Segurança Pública do RN.
A operação mobilizou diferentes órgãos do estado, incluindo o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), a Secretaria de Segurança Pública e a Central de Transplantes do Rio Grande do Norte.
A mãe de Maria Luiza, Patrícia Pereira, acompanhou a filha e falou sobre a esperança da família.
“Eu só tenho a agradecer a cada um. São anjos de Deus que Deus botou na minha vida. Espero que dê tudo certo, que ela consiga logo esse transplante. E que pessoas venham poder doar órgãos para salvar vidas, assim como eu espero salvar a vida da minha filha”, disse a mãe emocionada.
Rogéria Medeiros, coordenadora da Central de Transplantes do RN, explicou que Maria Luiza ainda não estava inscrita em lista de transplante porque o estado não realiza cirurgias hepáticas.
“Ela tem indicação de transplante hepático por hepatite fulminante, mas ainda não estava inscrita em lista, porque o Rio Grande do Norte não realiza esse tipo de transplante. Ela foi transferida para Recife, onde vai entrar na lista e aguardar o órgão”, explicou a coordenadora.
O pouso aconteceu antes das 11h, na Praça do Derby, região central do Recife. Maria Luíza foi levada ao Imip – Instituto Materno-Infantil de Pernambuco, onde poderá aguardar doador compatível para o transplante.
“A paciente necessita de cuidados especiais. O Potiguar 02 é um helicóptero equipado com Unidade de Terapia Intensiva (UTI), permitindo acompanhamento médico durante todo o transporte. Parte da nossa missão é fazer a ponte entre doadores e pacientes, garantindo que órgãos como o fígado cheguem a tempo para a cirurgia,” explicou o coronel Eduardo Franco, comandante do CIOPAER.
No caso de transplantes de fígado, a rapidez é fundamental, pois a viabilidade do órgão é curta após a retirada do doador. O coronel destacou que a missão envolve técnica e atenção médica, além de reforçar a importância da doação de órgãos.
“Um momento de tristeza para uma família pode representar esperança para outra. O ato de doar órgãos salva vidas e precisa ser incentivado”, afirmou.
Atualmente, mais de mil pessoas aguardam por um transplante no Rio Grande do Norte. São dois pacientes à espera de um coração, 27 por uma medula óssea, 363 aguardam um rim e outros 637 esperam pela oportunidade de voltar a enxergar, com o transplante de córneas. O estado realiza transplantes de córneas, rins, coração e medula.
Fonte: G1RN
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