A coleção de arte de Paul Allen, falecido cofundador da Microsoft, avaliada em US$ 1 bilhão (R$ 5,11 bilhões), será vendida no maior leilão de arte da história.
A casa de leilões Christie’s informou que os lucros da venda, que acontecerá em novembro, vão ser doados para instituições de caridade, como queria Allen.
A coleção inclui obras-primas de Botticelli (1445-1510), Renoir (1841-1919), David Hockney e Roy Lichtenstein (1923-1997).
Allen, que fundou a Microsoft em 1975 com seu amigo de infância Bill Gates, morreu em 2018 aos 65 anos.
O leilão venderá 150 obras de arte com até 500 anos.
Entre os quadros, está La Montagne Sainte-Victoire, do pintor francês Paul Cézanne (1839-1906), avaliado em mais de US$ 100 milhões (R$ 511 milhões).
O CEO da Christie’s, Guillaume Cerutti, disse que o leilão seria diferente de todos os outros.
“A figura inspiradora de Paul Allen, a extraordinária qualidade e diversidade das obras e a dedicação de todos os lucros à filantropia criam uma combinação única que fará da venda da coleção de Paul G Allen um evento de magnitude sem precedentes”, afirmou.
Segundo ele, a arte era “analítica e emocional” para Allen.
A coleção “reflete a diversidade de seus interesses, com seu próprio misticismo e beleza”, disse Jody Allen, irmã de Allen, inventariante do espólio.
Allen deixou seu cargo na Microsoft em 1983 após ser diagnosticado com linfoma de Hodgkin, uma forma rara de câncer.
Seu relacionamento com o cofundador Bill Gates também havia se deteriorado, mas melhoraria mais tarde. Ele permaneceu no conselho da empresa até 2000.
O tratamento do câncer de Allen foi bem-sucedido, e ele fundou uma empresa privada com a irmã Jody, a Vulcan Inc, que administrava seus negócios e filantropia. Ele tinha uma carteira de investimentos de vários bilhões de dólares, que incluía ações da Microsoft.
Em 2010, ele prometeu deixar a maior parte de sua fortuna para caridade após sua morte. Na época, ele era o 37º homem mais rico do mundo, segundo a revista Forbes, com cerca de US$ 13,5 bilhões.
Ele foi tratado por conta de um linfoma não-Hodgkin em 2009, mas a doença voltou — e, em 2018, ele morreu em decorrência de complicações da mesma.
Fonte: G1
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