ACADEMIA ALAGOANA DE LETRAS UMA PARTITURA VIVA –
Outro dia final de tarde, sentado em um dos bancos da Praça Sinimbu, encantei-me quando o suspiro do sol, fantasiou o ambiente com cores fortes, pois claramente a sede da Academia Alagoana de Letras, bem defronte de onde estava, pareceu se transformar em cenário mágico, como se a própria poesia ganhasse forma em suas paredes azuis.
E enquanto sopros de luz vindos do céu, refletiam nos detalhes da sua arquitetura, como se os tons fossem pinceladas de artistas celestiais, reverenciando aqueles que moldaram a cultura alagoana com sua genialidade, para mim, era possível sentir a presença dos grandes nomes que por lá passaram, suas vozes ecoando entre colunas, suas ideias pairando no ar, eternizadas em livros e histórias.
Imaginei que talvez fosse a influência dessas almas, que reconfigura a sede da Instituição em algo além de uma construção toda na cor do firmamento, por ser um templo vivo, onde o passado e o presente se encontram, e o crepúsculo, em sua esplendorosa fantasia, celebra a eternidade do conhecimento que ali habita.
Horas depois, ainda pensando naquela visão mágica, recordei que desde sempre, a Casa Jorge de Lima pulsa vigorosa, até nos dias mais escuros, como um farol do saber, iluminando o conhecimento dos filhos de Alagoas, preservando suas tradições, e mesmo diante das tempestades, mantendo seu papel de guardiã da memória e da criação literária, unindo gerações em torno do amor pela escrita.
Anos atrás enquanto em momentos de sombra, a pandemia deixava o mundo atónito, a AAL permaneceu ativa como chama persistente, lembrando a todos que as letras não apenas sobrevivem, mas florescem, a exemplo do que aconteceu naquela época, quando tudo parecia desmoronar, através de projetos virtuais ousados, conseguindo mostrar ao mundo, que a cultura é o coração de um povo e a palavra, quando bem falada, nunca se perde ao vento.
Assemelhando-se a uma partitura viva, a Academia Alagoana de Letras, continuará a compor sinfonias que ecoarão nos corações e mentes de brasileiros e além mar, celebrando a força transformadora das ideias, e se milênios atrás os trezentos de Sparta fizeram história, hoje nos, os quarenta da AAL, não mediremos esforços para te termos o sodalício brilhando cada vez mais, conscientes de que juntos poderemos triplicar a meta, então que venha 2025.
Alberto Rostand Lanverly – Presidente da Academia Alagoana de Letras
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