A JANGADA, A IGAPEBA, PARA OS CEARENSES EMBARCADOS DE CORPO E ALMA –
Os tempos avançaram para o mundo, antes do navio, a mão humana amoldou em talhe uma jangada. Na pesquisa documental a arte de singrar o mar adiante já revelada há 30 mil anos.
Vidas e conquistas na proa de vante dos jangadeiros primevos, nessas trempes achatadas supridas de guerreiros ou navegadores semeando novos mundos.
Na aventurosa e heroica saga de Ulisses, que fez o mote genial de Homero, haurindo no legado cultural de um povo, na transcendental Odisseia. Mais à frente, nos quinhentos do Brasil, Pero Vaz registrou que os indígenas as chamavam de igapebas, a reduzir as distâncias dos extremos do costão da Bahia.
Como o redisse tão bem o mestre Câmara Cascudo ser a jangada símbolo de coragem do nordestino que para estes não tinha mar bravio, mas só a vontade inexcedível.
Como a acadêmica cearense dos escritos da alma nordestina, Rachel de Queiroz, assim deixou-nos o seu inspirado olhar para o mar: “Que cada jangada Sobre as ondas navegando, Vela branca desfraldada, Nos pareça um lenço acenando”.
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