Em todos os governos, muito se viu pela tevê chocantes imagens relativas a grandes áreas devastadas na Amazônia brasileira. Mesmo que boa parte das ONGs tenham projetos de apoio às populações silvícolas os interessados na exploração de criação animal de porte querem menos árvores e mais pastos horizontais, por suposto. E cada vez mais
crescem as pressões.
Os recursos do Fundo Amazônia para o ano de 2019, em parte, estão paralisados, e os fomentadores de projetos localizados protestam aos afirmar que muitos beneficiários das regiões afetadas pela ajuda poderão ressentir e seguir novas necessidades de desmatar. O IPAM fez registro de que resultados positivos com famílias beneficiadas
conseguiram reduzir até 75% do desmatamento nos lotes ocupados por elas. Segundo os orientadores do projeto as ações visam ao aumento de renda sem a necessidade de corte de árvores, bastando o uso mínimo de área para sobreviver.
Alegam estes que as ações são continuadas para orientar as famílias que vivem nas regiões de selva, e as ajudas financeiras servem para subsidiar as implementações de melhorias e ocupações de geração de renda que funcionam contra o desmatamento.
Outra fonte referiu-se a que os organismos estaduais e municipais não deixem de reduzir recursos e para que proprietários rurais da região amazônica mantenham suas inscrições nos programas de adequação e ordenamento oficial, como a inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR), além de estritamente obedecerem ao Código Florestal em vigência.
Pelo visto as atenções serão redobradas na questão ambiental na Amazônia, porque aos olhos do mundo a situação sempre preocupa autoridades e nações. Mesmo com novos parâmetros espera-se que não deverá ser alterada a postura de combate à grilagem e ao desmatamento consequente. De um lado imensas áreas de floresta na cobiça eterna de empresas internacionais ou ruralistas daqui; de outro, comunidades com milhares de habitantes que excedem à força de sobrevida de tribos afeitas à natureza.
É preciso repensar, é preciso cuidar desse bem valioso da natureza e universal incrustrado em nosso país. A Amazônia precisa ser sim preservada e ter incentivos no combate aos excessos de produção que devem ser vistos com extremo cuidado.
O resultado ao cabo, em mais alguns anos, poderá ser mais catastrófico do que vitórias em um crescimento de Pirro.
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