A indústria brasileira, em seu pior ano desde o início da pesquisa de pridução, registrou deterioração disseminada entre os segmentos, apontou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) hoje (2). Apenas m dos 26 setores registrou alta atividade – todos os outros ficaram abaixo do nível verificado em 2014. Na ponta negativa, destaque para o impacto provocado pelo segmento de veículos automores, com retração de 25,9%.
A queda mais intensa foi vista no setor de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, cujo recuo chegou a 30,0% ano passado. Foi o segundo maior impacto negativo sobre o resultado geral, que foi a retração de 8,3%, o pior desde o início da série (2003).
O impacto mais intenso no índice, porém, veio de veículos automoteres, com -25,9% Em termos de contruibuição, vieram na sequêncai máquinas e equipamentos (-14,6%), produtos derivados do petróleo e biocombustível (-5,9%), metalurgica (-8,9%), produtos de metal (-11,4%) e produtos alimentíios (-2,3%).
A única alta na produção foi registrada pelas indústrias extrativas, com avanço de 3,9% no ano passado em relação a 2014. Os minérios de ferro e petróleo foram os produtos que ajudaram a explicar esse desempenho.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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