Enquanto o Waze trabalha para trazer ao Brasil o seu serviço de caronas, a companhia israelense comprada pelo Google quer evitar a todo custo sentar no banco do passageiro da polêmica de outras companhias de transporte alternativo.
A diretora global do serviço compartilhado de rotas Di-Ann Eisnor afirmou não ter intenção de competir com Uber ou táxis e que, para trazer o serviço ao país, a companhia trabalha em um sistema que uma caronistas e motoristas mulheres, que se sintam desconfortáveis em viajar com homens. Essa opção ainda não existe em Israel e nos Estados Unidos, onde o Waze Car Pool já funciona, mas também será levada para lá assim que o serviço estrear no Brasil. Outro detalhe é que o pagamento não é feito em dinheiro.
Ainda não há data para a chegada das caronas do Waze ao Brasil nem a cidade de estreia. Mas a aposta no sucesso do serviço no país, o segundo maior mercado do app no mundo e onde está a cidade com maior número de usuários (São Paulo tem 3,5 milhões de adeptos), é ponto-chave para a sobrevivência do Waze. Isso porque a companhia espera que, no futuro, a retenção de uma pequena fatia dos pagamentos dos caronistas seja uma das fontes de receita.
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