O Ministério Público (MP) deflagrou na manhã de hoje (18) a operação resistência, que foi batizada assim por causa da resistência de vereadores ao recebimento de propina do prefeito de Ielmo Marinho. As informações do MP relatam que o chefe do executivo municipal da cidade, Bruno Patriota havia oferecido R$ 35 mil às secretarias de Saúde, secretaria de Educação e aos políticos, que não aceitaram a proposta.
Com as denúncias, o Tribunal de Justiça decidiu pela afastamento de Bruno Patriota do cargo de prefeito. O MP chegou a pedir sua prisão preventiva, no entanto, o pedido não foi acatado pela justiça. Os crimes investigados contra o chefe do executivo municipal de Ielmo Marinho são de corrupção ativa, falsidade ideológica, suborno, coação no curso de processos, entre outros.
Segundo o MP, Bruno ofereceu as propinas para que os vereadores o ajudassem em uma representação na Câmara de Vereadores de Ielmo Marinho. A ação protocolada pelo cidadão Luis Carlos Bidu informava a existência de irregularidades na prefeitura da cidade.
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