As vendas do comércio varejista brasileiro seguiram em queda em agosto. Em relação ao mês anterior, a retração foi de 0,6%, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (18).
“Com a piora no mercado de trabalho, com a aceleração dos preços e as taxas de juros ainda elevadas… isso inibe as compras no varejo. Todo aquele consumo que você pode postergar ou substituir acaba sendo impactado”, disse Isabella Nunes, gerente de serviços e comércio do IBGE.
Segundo Isabella, em agosto, o varejo está 12,9% abaixo do nível de novembro de 2014, quando foi registrado o “momento mais alto” da atividade. “Era um momento do mercado de trabalho em crescimento e de inflação mais controlada, além de incentivos ao crédito para o consumidor”.
De julho para agosto, a maioria dos segmentos do comércio registrou baixa nas vendas, com destaque partindo de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-5%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-2,8%), além de móveis e eletrodomésticos (-2,1%).
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