Começou nesta terça-feira (19), em uma cerimônia simbólica realizada em Natal, a vacinação contra a Covid-19 no Rio Grande do Norte.
Devido ao número reduzido de doses (82.440), poucos grupos prioritários vão ser imunizados neste primeiro momento. Como são duas injeções para imunizar cada pessoa, 39,2 mil potiguares devem ser vacinados.
O número representa menos de 1,11% da população potiguar, estimada em 3,5 milhões de pessoas pelo IBGE. O início dessa fase deve ocorrer em até 72 horas, nos municípios.
Veja abaixo perguntas e respostas sobre o assunto:
A primeira remessa recebida nesta segunda-feira (18) vai imunizar, segundo o Ministério da Saúde, 39.259 potiguares. O grupo prioritário é formado pelos seguintes segmentos:
Entretanto, não há vacina para todos os que estão nesses grupos prioritários. No plano de vacinação do RN, por exemplo, o governo estimava cerca de 79,6 mil trabalhadores de saúde no estado.
De acordo com uma nota técnica da Secretaria de Saúde, como a quantidade é insuficiente para vacinar todos os profissionais de saúde e população alvo, serão usados critérios de exposição à infecção e de maiores riscos para agravamento e óbito da doença.
Cada pessoa que for vacinada pela CoronaVac vai receber duas doses, com intervalo de duas ou três semanas. No Rio Grande do Norte, serão aproximadamente 39 mil pessoas. O estado recebeu 82,4 mil doses na primeira remessa enviada pelo Ministério da Saúde
Não há previsão para o início da vacinação de outros grupos. Isso depende da chegada de novos lotes de vacinas. O Ministério da Saúde faz a distribuição de acordo com a entrega das vacinas.
Por enquanto, somente os idosos que estão em abrigos e asilos serão vacinados nesta etapa. Os demais dependem da chegada de outros lotes da vacina.
Por enquanto, duas vacinas foram aprovadas para uso emergencial no Brasil. A CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan chegou nesta terça-feira (19).
A vacina de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ainda não está disponível.
De acordo com o plano nacional de imunização, as três primeiras fases incluem os seguintes grupos:
O governo do estado afirma possuir 900 mil de seringas e agulhas em estoque para a vacinação, que seriam suficientes para a primeira etapa. O estado atua para comprar mais 2 milhões de seringas.
No plano de vacinação, o estado informou que os municípios potiguares contam com 1.335 salas de vacinação. A Secretaria de Saúde recomendou que as prefeituras também estudassem possibilidade de fazer vacinações externas, em condomínio ou em drive thru, por exemplo.
Em Natal, a prefeitura informou que terá quatro pontos de drive thru para a primeira etapa de vacinação: Palácio dos Esportes, Ginásio Nélio Dias, Arena das Dunas e Shopping Via Direta.
Não. O governo do RN abriu cadastramento através do Sistema RN + Vacina, mas disse que mesmo pessoas que não se cadastrarem também poderão ser vacinadas.
Para fazer o controle, o Ministério da Saúde diz que é importante informar o número do CPF ou apresentar o Cartão Nacional de Saúde (CNS) – o Cartão do SUS. Caso a pessoa não esteja cadastrada nas bases de dados do Ministério da Saúde, o profissional no posto de saúde poderá registrá-lo no momento do atendimento.
Nesta primeira etapa, porém, trabalhadores de saúde do RN deverão comprovar que atuam na linha de frente através de um desses documentos:
Não é verdade. Em nota, o Ministério da Saúde disse que não realiza agendamento para aplicação de nenhum tipo de vacina, e nem envia códigos para celular dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
Ainda não há uma previsão de quando as clínicas particulares conseguirão comprar lotes das vacinas contra a Covid-19 que forem aprovadas no Brasil.
A orientação dos órgão de saúde nacionais e internacionais é que todas as doses produzidas pelos laboratórios neste primeiro momento sejam direcionadas aos governos, com a finalidade de garantir que as pessoas dos grupos de risco sejam imunizadas o mais breve possível.
Sim. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde do RN, mesmo aquelas pessoas que testaram positivo para a doença devem tomar vacina contra o coronavírus. Para especialistas, a defesa que a vacina provoca parece ser de mais potência e qualidade diferente do que a infecção natural. As vacinações não devem excluir quem teve a doença, embora eles possam ficar mais pro fim da fila e dar lugar pra quem ainda não teve.
Fonte: G1RN
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