A Campanha da Fraternidade deste ano trata de um tema atualíssimo em nosso país. A questão do Tráfego Humano, um dos males do final século passado, que chega ao século XXI com a mesma força nociva e suas várias formas. E mostra que o assunto não está distante de nós, e que lamentavelmente ocorre com muita frequência.
Esse gravíssimo problema social inclusive, está bem mais próximo do que gostaríamos de aceitar. Inclusive em nossa capital, onde se tornaram emblemáticos os acontecimentos ocorridos no bairro Planalto, entre os anos de 1998 e 2001 quando várias crianças simplesmente desapareceram sem deixar vestígios.
Lançada em março pela CNBB, no inicio da Quaresma, a Campanha tem como lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou”. Ela terá seu ponto alto no domingo de Ressurreição, no final deste mês de abril. Contudo, a temática continuará a ser debatida nas igrejas até o final do ano.
O combate ao tráfego de pessoas é missão de toda a sociedade. Que precisa estar atenta para as suas várias manifestações. Seja o trabalho escravo, o tráfego para o sexo, o tráfego de crianças ou o também repugnante tráfico de órgãos.
É urgente que haja profundas reformas nas políticas sociais e econômicas do Brasil. Sem elas, tais anomalias continuarão manchando a nossa dignidade de ser humano.
Nelson Freire – Economista, jornalista e bacharel em Direito
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