O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai investigar possíveis abusos no pagamento de horas extras a servidores da instituição durante as eleições do ano passado. O tribunal decidiu fazer um pente-fino para saber se houve recebimento ilegal de tais vantagens e afirmou que dois funcionários, cujos nomes não foram identificados, foram exonerados no ano passado por estarem nessa situação. Um deles, segundo a assessoria de imprensa do TSE, devolveu cerca de R$ 4.000 recebidos indevidamente.
Reportagem ontem do jornal O Estado de S. Paulo mostrou que a corte gastou com horas extras R$ 9,5 milhões entre setembro e novembro de 2012. Só naquele último mês, 567 funcionários receberam cerca de R$ 3,8 milhões pelo trabalho adicional. Há casos de servidores que chegaram a receber quase R$ 30 mil em um único mês pelas horas trabalhadas a mais.
O pagamento desse adicional é feito pelo TSE só em ano eleitoral. Servidores e ex-servidores afirmaram à Folha que o recebimento de horas extras é historicamente alto durante o período em que o pleito está na fase de organização, mas nunca em valores como os pagos em 2012. A Folha questionou o TSE sobre o quanto foi gasto com esse tipo de despesa nas eleições anteriores. O tribunal disse que informaria os valores de 2010, mas não o fez até a conclusão desta edição.
Segundo o tribunal, em 2012, o valor proporcionalmente gasto em relação ao número de eleitores foi o mais baixo desde que as urnas eletrônicas foram implantadas, em 1996. No ano passado, a eleição custou R$ 2,81 por eleitor, ante R$ 3,86 em 2010 e R$ 3,75 em 2008.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo
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