Todos os ensinamentos do Cristo-Jesus são voltados para o despertar espiritual do homem. Para o seu aperfeiçoamento. Para que ele manifeste, de forma consciente e permanente, o divino que existe dentro dele. Uma vez tendo concebido o que é, vive o homem a felicidade para que está destinado desde a sua criação. Age eticamente, com sabedoria, amor e alegria, levando paz e felicidade onde quer que vá.
Essa consciência pressupõe conhecimento real, experiência da verdade, sabedoria advinda da experimentação vivida em seu Eu divino. E não apenas de elucubrações produzidas pelo seu intelecto, sob o domínio do ego humano.
A sabedoria espiritual se manifesta de forma intuitiva – à moda dos profetas antigos, ou dos apóstolos do Cristo. E não requisitam para isso qualquer pré-condição de formação intelectual, mas tão somente da pureza de caráter e da sinceridade do coração. Porém, a maioria das pessoas ainda vive uma prática religiosa incipiente, que não se traduz numa mudança interior verdadeira.
Quase sempre praticam (quando praticam) uma religião para o bem-estar emocional. Na esperança de uma vida melhor somente após deixar o corpo físico, imaginando um “céu-lugar”, para um gozo físico, material, num corpo. Isto é “um” passo, mas não é “o” passo.
Quem pratica esse tipo de religião quase não se modifica interiormente. O seu progresso é lento; e a consequência é uma vida desbotada, sem cor, cheia de incertezas, decepções, frustrações e sofrimento, suposto que, quem assim procede, não se conhece, não conhece a Deus. E não tem consciência, verdadeiramente, do ser que é. Vive na periferia do seu próprio ser, confundindo-se com as aparências, pois não se encontrou, não realizou as virtudes divinas que existem dentro de si mesmo.
Essas pessoas ainda vivem apegadas à matéria, dando valor à riqueza, ao poder e à fama. Dão valor às regras sociais, à vida vivida em sociedade, aqui, como rebanho, sem se importarem em se descobrir, encontrar a razão de tudo isto, se encontrar, e – aí sim – desfrutar a beleza que é toda a criação do Pai Celestial.
Os ensinamentos do Cristo não devem ser encarados como um curso teórico de preparação para a vida após a morte, mas para a vida a partir daqui, do agora, já. São para serem vividos, praticados. Aqueles que apenas admiram os ensinamentos, mas não os praticam, Jesus os comparou ao “… homem insensato que construiu a sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela caiu. E foi grande a sua queda”.
Tenhamos, pois, consciência do nosso caminhar, se está nos conduzindo ao encontro do Cristo, à nossa verdadeira essência. Ou se apenas nos mantém numa vida medíocre, de aparências, em nada nos preparando para a grandeza que é a vida que Deus nos preparou – a exemplo dos fariseus.
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