Rangel foi preso no contexto da fase da operação “Unha e Carne” que tem como objetivo combater fraudes em procedimentos de compra de materiais e de aquisição de serviços, como obras para reformas, no âmbito da Secretaria Estadual de Educação do RJ (Seeduc). As irregularidades investigadas foram mostradas em uma série do RJ2.
A defesa do parlamentar nega a prática de quaisquer ilícitos.
O mandado de prisão, assinado pelo ministro Alexandre de Moraes, relata que, durante as investigações, foi identificada uma troca de mensagens entre Rangel e Fábio Pourbaix de Azevedo, apontado como braço direito do deputado.
Na conversa, Thiago envia um contato salvo como “Junior Beco” e pede para que Fábio entre em contato com ele, dizendo que tinha oito vagas de trabalho como “auxiliar de serviços gerais” disponíveis na educação, e que uma delas seria destinada a uma indicação de “Junior Beco”, já que ele tinha solicitado duas vagas.
A decisão explica que Arídio Machado da Silva Júnior, conhecido pelo apelido de “Júnior do Beco” tem uma extensa ficha criminal. O documento diz que ele foi “processado e condenado por diversos crimes, dentre eles homicídios simples e qualificado, tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas”.
Ainda segundo as investigações, na mesma data, “Junior Beco” encaminha dois nomes para Fábio: Ildilene Rangel e Phâmela Batista da Silva. Três dias depois, o contato diz que teve um desentendimento com Phâmela e pede para Fábio “rasgar o papel” e substituí-la por Gleice Maria Batista da Silva.
A PF identificou que Gleice Maria é irmã de Junior Beco e mulher de Gleyson Barbosa Paes da Silva, que foi alvo da corporação em uma operação para desarticular lideranças do tráfico de drogas na região.
De acordo com o relatório da PF, Fábio foi preso em 2022 por suposta prática de compra de votos. Na ocasião, foram apreendidos R$ 39.000 em espécie e material de campanha de Rangel, então candidato.
A defesa do deputado Thiago Rangel, disse que recebeu com surpresa a notícia da operação realizada nesta terça:
“Neste momento, está se inteirando dos fatos, do teor da investigação e das medidas eventualmente determinadas, reafirmando desde logo a plena confiança nas instituições e no devido processo legal.
O deputado nega a prática de quaisquer ilícitos e prestará todos os esclarecimentos necessários nos autos da investigação, local próprio para a apuração dos fatos.
A defesa ressalta, por fim, que qualquer conclusão antecipada é indevida antes do conhecimento integral dos elementos que fundamentaram a medida”
O g1 fez contato com a Secretaria de Estadual de Educação, mas não teve resposta até a publicação desta matéria.
Fonte: G1RN
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