Cada vez menos empresas fecham as portas no Rio Grande do Norte antes de completar dois anos. Para cada cem empresas abertas, apenas 29 encerram as atividade nesse período. Enquanto a mortalidade reduz gradativamente, a taxa de sobrevivência dos negócios potiguares só aumenta e hoje é de 71%. Isso é o que comprova o estudo Sobrevivência das Empresas, divulgado nesta quarta-feira (10) pelo Sebrae. Apesar de o aumento, o índice estadual ficou abaixo da média nacional, que é de 76%, mas se iguala à nordestina. O crescimento da taxa, que foi acompanhado por outras 17 unidades da federação, significa que mais empresas no estado estão superando as dificuldades de se iniciar um negócio.
Os dois primeiros anos são os mais críticos porque a empresa está se lançando no mercado, ainda não tem uma carteira de clientes efetivada nem a marca está consolidada, e, muitas vezes, o empreendedor não tem experiência na gestão de um negócio. Internacionalmente, esse período é tido como o mais difícil. O crescimento da sobrevivência empresarial no Rio Grande do Norte foi alavancado principalmente pelo comércio, o setor com a maior taxa (76,8%), enquanto na indústria, na construção e nos serviços a sobrevivência ficou em 75,7%, 64,7% e 62,4%, respectivamente.
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