“Para a indústria, energia elétrica tem o mesmo peso que o câmbio e a taxa de juros. A valorização do câmbio e a redução da Selic, somadas à queda da tarifa de energia, vão ajudar a reindustrializar o país”, afirma Carlos Antônio Cavalcanti, diretor de infraestrutura da Fiesp.
Durante muito tempo, a Fiesp defendeu a realização de leilões para todas usinas e linhas de transmissão cujos contratos venceriam entre 2013 e 2015. A decisão do governo de renovar as concessões aplicando um arrocho tarifário sobre as elétricas agradou à Fiesp.
Representante de grandes consumidores industriais, a Anace (Associação Nacional dos Consumidores de Energia) classificou como “maravilhosa” a informação de que o governo pode elevar o desconto na tarifa para além do patamar anunciado.
Mesmo assim, a Anace pretende fazer uma checagem nos números do governo, após a aplicação do desconto. A meta é ver se o corte tarifário atingiu, de fato, o patamar prometido.
“Vamos pedir uma reunião com a Superintendência de Regulação Econômica da Aneel para entender os cálculos. Queremos ver se houve de fato toda essa redução”, diz Lúcio Reis, diretor da Anace.
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