O Ministério da Agricultura exonerou Gil Bueno de Magalhães e Júlio César Carneiro do cargo de superintendente federal de Agricultura nos estados do Paraná e Goiás, respectivamente. Eles são suspeitos de participar no esquema criminoso revelado pela Operação Carne Fraca, da Polícia Federal. A ação investiga suposto pagamento de propina por frigoríficos a agentes públicos para conseguir licenças sanitárias.
As exonerações estão publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira (20). Também foram exonerados nove ocupantes de cargos comissionados. Na sexta-feira (17), quando foi deflagrada a operação, o secretário executivo do ministério, Eumar Novaki, anunciou que a pasta iria afastar do cargo 33 servidores citados na investigação.
Ele minimizou o caso dizendo que são apenas 33 servidores em um universo de 11 mil funcionários do Ministério da Agricultura e de 2.300 da área de inspeção.
Fonte: Agência Brasil
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