O destino de José Maria Marin, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol, será decidido nos dois próximos dias. O brasileiro é o último a ter seu processo avaliado entre os sete cartolas do futebol que, em maio, foram presos na Suíça.
Nesta segunda-feira, Berna deve examinar o dossiê e uma decisão pode ser anunciada até terça sobre a extradição solicitada pelos Estados Unidos. Marin já indicou aos advogados que pode abrir mão de um recurso e aceitaria deixar a prisão de Zurique se o Ministério Público suíço optar pela extradição.
Para isso, poderá pagar mais de US$ 38 milhões (R$ 147 milhões) para fechar um acordo com os americanos, incluindo o confisco de seu apartamento em Nova York, avaliado em mais de US$ 2 milhões (cerca de R$ 7,7 milhões).
Acusado de corrupção em contratos envolvendo a Copa do Brasil e a Copa Libertadores, Marin foi preso em 27 de maio. Nos dias seguintes à sua detenção, seus advogados entraram com um recurso e indicaram que o seu cliente não aceitaria uma extradição voluntária aos Estados Unidos.
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