A farmacêutica chinesa Sinopharm informou nesta quarta-feira (30) que sua vacina contra a Covid-19 tem uma taxa de eficácia de 79,34% e que já solicitou às autoridades da China a autorização para o seu uso no país.
De acordo com informações da agência Reuters, a taxa de eficácia é baseada em análises preliminares da fase 3 de testes. Ela é inferior à taxa de 86% anunciada pelos Emirados Árabes Unidos no último dia 9, após testes realizados no país.
Um porta-voz da empresa não comentou por que há essa diferença nas taxas e declarou que resultados detalhados seriam divulgados depois.
Não é a primeira vez que uma mesma vacina apresenta taxas de eficácia diferentes quando aplicada em testes em mais de um país. Este foi o caso, por exemplo, da CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac, que na Turquia teve 91,25% de eficácia em uma análise preliminar dos resultados e no Brasil não atingiu 90% de eficácia.
Ainda em relação à vacina da Sinopharm, também não foi informado se houve algum efeito colateral e quantos voluntários receberam a vacina ou o placebo.
A vacina é produzida pelo laboratório da empresa em Pequim – uma outra, diferente, está sendo desenvolvida pelo laboratório da mesma farmacêutica em Wuhan, cidade onde o primeiro caso de Covid-19 no mundo foi registrado. As duas usam o vírus inativado para induzir imunidade e são aplicadas em duas doses.
Nenhuma das candidatas tem testes no Brasil. Em solo brasileiro, a candidata da China que tem ensaios clínicos é apenas a CoronaVac.
Os testes para desenvolver uma vacina são normalmente divididos em 3 fases. Neles, os cientistas tentam identificar efeitos adversos graves e se a imunização foi capaz de induzir uma resposta imune – ou seja, uma resposta do sistema de defesa do corpo.
Os testes de fase 1 costumam envolver dezenas de voluntários; os de fase 2, centenas; os de fase 3, milhares. Essas fases costumam ser conduzidas separadamente, mas, por causa da urgência em achar uma imunização da Covid-19, várias empresas têm realizado mais de uma etapa ao mesmo tempo.
Antes de começar os testes em humanos, as vacinas são testadas em animais – normalmente em camundongos e, depois, em macacos.
Fonte: G1
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