Enquanto a pecuária leiteira do Rio Grande do Norte amarga uma retração na atividade, que atravessa uma situação dramática em função da estiagem e das baixas no programa do leite, antagonicamente, o setor de derivados lácteos não tem do que reclamar.
As empresas que fabricam queijos têm registrado neste ano um crescimento médio acima dos 20% nas vendas dos produtos mesmo em tempos de crise.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), somente no ano passado, as 39 indústrias que operam no estado e têm algum tipo de inspeção foram responsáveis por absorver 45,5 milhões de litros de leite, grande parte usada na fabricação de queijos e outros derivados.
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