Seis delas foram detidas em Mossoró e uma em Natal, segundo a Polícia Civil.
Os crimes são semelhantes. Em Mossoró, a polícia identificou indícios da utilização de equipamentos eletrônicos – incluindo pontos eletrônicos – que teriam sido empregados para o recebimento de informações durante a realização das provas.
Já em Natal, segundo a polícia, a investigação indicou a atuação de terceiros responsáveis pela resolução das questões fora dos locais de aplicação e pela transmissão das respostas aos candidatos – também por meio de equipamentos eletrônicos.
As condutas investigadas podem se enquadrar no artigo 311-A do Código Penal, que prevê como crime a utilização ou divulgação indevida de conteúdo sigiloso de concurso público para beneficiar a si ou a terceiros ou comprometer a credibilidade do certame. A pena prevista é de um a quatro anos de prisão.
A polícia informou que seguia com as diligências neste domingo nas duas cidades para “identificar outros possíveis envolvidos, apurar a eventual atuação de um grupo responsável pela transmissão das respostas e esclarecer todas as circunstâncias relacionadas à fraude”.
A operação contou com o apoio da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP), por meio da Polícia Penal, e da Secretaria de Estado da Administração (SEAD).
O concurso da Polícia Penal abriu 260 vagas e teve mais de 40 mil inscritos.
Fonte: G1RN
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