O financiamento público de campanha eleitoral é defendido pela maioria dos líderes partidários do Senado. Os parlamentares também apontam como alternativa o modelo misto, no qual é possível alcançar um equilíbrio entre as dotações oriundas dos recursos públicos via fundo partidário e a contribuição de pessoas físicas, sem participação das empresas privadas.
Um dos principais temas da reforma política, as propostas do financiamento de campanha devem começar a ser discutidas na próxima semana, conforme anunciou o presidente do Senado, Renan Calheiros, que deve buscar um acordo entre as lideranças em torno do tema.
Para o líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE), no entanto, é muito difícil que haja um consenso e a reforma política só deverá ser definida por meio do voto.Favorável ao financiamento público, ele também não descarta as doações particulares. “Mas tem que ter limite, tem que ter teto para cada contribuinte em relação às campanhas como um todo e proporcional aos candidatos”, diz Eunício.
A opinião é compartilhada pelo líder do PT, senador Humberto Costa (PE), que defende a proposta do Movimento pela Ética na Política, de financiamento misto das campanhas eleitorais com limites para as doações.
“Eu acho que seria o melhor modelo, mas é óbvio que ninguém no debate sobre reforma política vai conseguir passar uma posição sem que haja negociação”, ressaltou Humberto.
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