Douglas Azevedo
O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa básica de juros, a Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) em 0,50 ponto percentual, 12,75% para 13,25% ao ano. Com essa decisão unânime, a Selic atinge o maior patamar desde dezembro de 2008.
O Dr. Alexandre Trombini, Presidente do BC, como já vem comunicando desde janeiro, que a decisão foi tomada avaliando o cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação.
Assim, entendemos que assegura os efeitos dos ajustes de preços relativos e com tendências que fiquem circunscritos ao curto prazo e para que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) possa vir a para o centro da meta de 4,3% ao final de 2016.
Efeitos colaterais imediatos são vistos desde janeiro. O índice de desemprego foi de 0,5% ponto percentual acima do mesmo mês do ano passado. Em fevereiro a alta foi de 0,8 ponto percentual e em março o índice subiu 1,2% ponto percentual sobre o mesmo mês de 2014.
O Circulo virtuoso que se formou com o aumento de renda real e do emprego, estimulando mais vendas no comércio agora já se inverteu, gerando uma certeza: “Muitas ncertezas”. E isso é muito ruim, principalmente para a classe média, que passa a conviver com a economia do dia a dia e deixa de programar o futuro.
A queda real da renda das famílias reduz substancialmente as vendas e por tabela a produção industrial, provocando ainda mais desemprego.
O que temos de real, como leitura do cenário: A Selic é uma taxa de referência para o mercado e remunera investimentos com títulos públicos, por exemplo. Daí ocorrer um fenômeno por parte dos investidores: investimento do dinheiro em dinheiro e não investimento do dinheiro em estrutura e negócios, este sim, que gera emprego e renda.
Temos ainda a Renda real em queda livre, taxa de juros do cheque especial de 220,4% ano, juros do cartão de crédito em média de 290,43% ano, aumento significativo no preço dos combustíveis, nas operações de crédito, cosméticos e importação, além da conta da luz que subiu em média 23,4%, tudo isso com reflexo imediato no bolso da população.
Palavras do Dr. Joaquim Levy (Ministro da Fazenda): Descontos adotados no primeiro governo Dilma Rouself (PT), tinha sido uma “bricadeira muito cara“.
E aí, vamos pagar a Conta ? Ela, “a conta”, chegou … !!!
“Quando há planejamento há futuro, quando não há planejamento há destino“.
Ao “Sucesso” !!!
Douglas Azevedo – Economista CORECON 1122 19a. Região e-mail: douglas_azevedo@uol.com.br
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