A governadora do Rio Grande do Norte assinou, nessa quarta-feira (08), um decreto que cria a Área de Proteção ao Ciclista de Competição (APCC). O documento é destinado à prática segura do ciclismo de alto desempenho em vias públicas.
A medida estabelece que o trecho entre a rotatória do bairro Cidade Verde até a saída do condomínio Alphaville, na entrada da Praia de Pium, ficará, diariamente, destinado ao uso exclusivo dos praticantes da modalidade entre as 5h e 7h.
Com isso, os carros vão passar a utilizar o outro lado da pista – no sentido de Parnamirim para Natal – como mão e contramão.
O decreto foi assinado em um evento nesta quarta no auditório da governadoria, em Natal, que contou com atletas e autoridades. A medida, no entanto, ainda não passa a valer, já que há adaptações sendo realizadas.
O trecho Rota do Sol – que é a RN-063 – corresponde a aproximadamente 5,5 km.
“Essa é uma demanda que vem sendo discutida há um ano com todos os grandes grupos que já utilizam a Rota do Sol para a prática do ciclismo. Natal era a única capital que ainda não tinha uma área regulamentada para a atividade desses grupos”, afirmou Cézar Nunes, subsecretário estadual de Esporte e Lazer (SEEL-RN).
O trecho em questão vai contar, segundo o governo, com iluminação adequada e sinalização específica, tanto vertical quanto horizontal, indicando a presença de ciclistas.
De acordo com o subsecretário, a partir desta quinta-feira (9) os engenheiros começam a trabalhar no trecho, com previsão de término em 60 dias.
A iluminação será de responsabilidade da Prefeitura de Parnamirim, onde se encontra 70% do trecho em questão, segundo o governo do Rio Grande do Norte.
Já a sinalização fica por conta do DER-RN. O Detran-RN será responsável por editar normas complementares para regulamentar a fiscalização e a segurança do tráfego.
“Esse momento é um marco muito importante para o ciclismo do Rio Grande do Norte. Era o único estado que faltava esse espaço reservado para a prática. O ciclismo é um dos poucos esportes que não possui um Centro de Treinamento”, falou o triatleta potiguar Cid Barbosa.
O decreto também estabelece que as áreas de proteção ao ciclista de competição devem atender a critérios de acessibilidade, permitindo a participação de pessoas com deficiência.
“O projeto abarca a modalidade do paradesporto, para a utilização das handbikes”, complementa Cézar.
A handbike é um triciclo adaptado, no qual o atleta utiliza as mãos e braços em vez dos pés, sendo projetado para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.
Fonte:G1RN
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