A polêmica recepção do governo da Venezuela a comitiva de senadores brasileiros, na semana passada, foi tema de pronunciamento do deputado federal Rogério Marinho (PSDB), na tribuna da Câmara na tarde de ontem.O tucano disse que a oposição pedirá a exclusão do país vizinho do Mercosul por não cumprir a cláusula democrática exigida aos membros do bloco e acusou o governo do PT de destruir a boa tradição da política internacional brasileira. Para ele, os venezuelanos colocam os interesses ideológicos acima da democracia e da liberdade.
Rogério disse ainda que, ao se negar em defender a realização de eleições livres e limpas na Venezuela, condenando a prisão de adversários políticos do governo Nicolás Maduro, a presidente Dilma Rousseff “entrará para a História como apoiadora de uma ditadura que sangra o povo venezuelano”. O chanceler Mauro Vieira e o embaixador brasileiro no país, Ruy Pereira, podem ser convocados pela Comissão de Relações Exteriores no Senado para explicarem a omissão e a cumplicidade do governo do Brasil com as agressões sofridas durante a visita de senadores.
Em março deste ano, a Anistia Internacional novamente denunciou mortes, torturas e prisões arbitrárias na Venezuela. A instituição computou o assassinato de 43 oposicionistas nos protestos de 2014 em várias cidades. Além disso, foram detidas de forma arbitrária 3.351 pessoas pela ditadura chavista. Quase 1500 indivíduos estão enfrentando processos e 25 ainda estão na prisão aguardando julgamento.
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