O novo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), terá de conciliar os interesses de três grandes grupos durante os seis meses e meio de mandato. Com projetos de poder distintos, o Centrão (PR, PSD, PP, PTB e outros partidos menores), o Centrinho (PSDB, DEM, PPS e PSB) e a nova oposição (PT, PCdoB, PDT, PSol e a Rede) serão as forças políticas do país até a próxima eleição, em 2018. Além desses blocos, o PMDB — que afirma ser independente — pretende atuar como o fiel da balança nos principais embates na Casa. Rodrigo Maia será o dono de um orçamento de R$ 12,3 bilhões aprovados na Lei Orçamentária de 2016 e com poder de ajudar ou atravancar o governante de plantão. Mas o vencedor da disputa, cuja gestão inicia a partir de hoje, tem um passivo gigantesco: limpar a imagem da Casa, que, pela primeira vez, viu um presidente ser afastado, por unanimidade, pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Nos últimos meses, com o desgaste provocado pela novela envolvendo o ex-presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que renunciou na semana passada, essa vala entre o Legislativo e a opinião pública aprofundou-se ainda mais.
Um homem de 39 anos que cumpria pena no sistema penitenciário do Rio Grande do…
A Justiça Eleitoral realiza atendimentos neste feriado do Dia do Trabalhador (1º) e também neste…
Mais tempo com a família, para cumprir as obrigações em casa, passear e até mesmo…
Após 26 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia entra em…
Um homem de 31 anos, suspeito de participar do roubo de joias avaliadas em cerca de…
Aulas em escolas da rede municipal de Natal foram suspensas nesta quinta-feira (30) por causa…
This website uses cookies.