O Mais Médicos está com 87 sem preenchimento, em 45 municípios potiguares, de acordo com a coordenação estadual do programa. O número mais que dobrou em relação a julho do ano passado, quando havia um déficit de 41 profissionais no sistema. Naquela época, os profissionais cubanos ainda atuavam no Brasil.
Um novo edital foi aberto pelo Ministério da Saúde neste mês, para preencher pelo menos 57 vagas em 41 cidades do estado (veja abaixo), especialmente em áreas vulneráveis e de extrema pobreza. As oportunidades são para médicos formados no Brasil e registrado em algum Conselho Regional de Medicina. As inscrições vão acontecer entre os dias 27 e 29 de maio.
A perspectiva é de que outro edital ainda seja aberto nos próximos dias, mas ainda não há confirmação oficial sobre isso, de acordo com a coordenadora da Comissão do Mais Médicos no RN, Ivana Fernandes, que é da Secretaria Estadual de Saúde.
Ela explica que as vagas ficaram abertas por motivos diversos, como desistência dos profissionais ou pelo fim dos contratos. Cada ciclo de contratação por edital tem duração de três anos.
Em julho do ano passado, o estado tinha 282 vagas preenchidas e 41 “vazios” no programa. O déficit ficou ainda maior no final do ano, quando o governo encerrou a parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) e o governo Cubano. Na ocasião, 139 profissionais deixaram o Rio Grande do Norte.
O Ministério da Saúde abriu, então, um edital específico para preencher as vagas deixadas pelo cubanos, cujas contratações aconteceram até fevereiro. “Ainda não havia saído edital que tivesse contemplado aquelas outras vagas que já estavam abertas”, lembra.
Apesar de ainda haver 87 vagas abertas, Ivana Fernandes afirmou que nenhum dos municípios estaduais está totalmente descoberto, sem nenhuma equipe do programa de estratégia da família, onde os profissionais do Mais Médicos atuam.
De acordo com o Ministério da Saúde, são oferecidas 2.037 mil vagas, em todo o país principalmente para atendimento à populações de áreas com maiores dificuldades de acesso ao sistema público de saúde. Veja o edital aqui.
A nova etapa corresponde ao 18º Ciclo do programa, que, na primeira fase, vai priorizar a participação de médicos formados e habilitados, com registro em qualquer Conselho Regional de Medicina do Brasil.
Caso haja vagas remanescentes, as oportunidades serão estendidas, em um segundo chamamento público, aos profissionais brasileiros formados em outros países e que já tenham habilitação para o exercício da Medicina no exterior.
As Prefeituras também deverão renovar ou aderirem às vagas. Veja o edital aqui.
Os números são preliminares, divulgados pelo Ministério da Saúde.
Fonte: G1RN
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