O Rio Grande do Norte prorrogou a campanha de vacinação das crianças contra a poliomielite, conhecida como paralisia infantil, até o próximo dia 30 de junho. Iniciada em 27 de maio, a campanha seria encerrada no dia 14 passado.
O público-alvo para vacinação são crianças de 1 a 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade.
A ampliação do prazo de vacinação foi uma decisão da câmara técnica de imunização, que reuniu representantes da Saúde do Estado e dos municípios.
Segundo o Ministério da Saúde, até esta terça-feira, apenas 10 municípios potiguares atingiram ou superaram a meta de 95% de cobertura vacinal:
A campanha, segundo a Sesap, tem por objetivo reduzir o número de crianças não vacinadas, de modo a evitar o risco de reintrodução no Brasil do poliovírus, responsável pela polio. A vacinação é a única forma de prevenção da doença.
Esta é a última campanha de vacinação contra a poliomielite com a vacina oral. A próxima será apenas com a vacina injetável.
A Secretaria de Saúde de Natal comunicou nesta terça-feira (18) que os pontos de vacinação da campanha serão mantidos também até o dia 30 de junho.
A vacina, segudo a pasta, está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nos pontos extras de vacinação. Os horários de funcionamentos são:
O esquema vacinal para crianças menores de um ano contra a poliomielite é composto por três doses de rotina com a Vacina Inativada Poliomielite (VIP) injetável: aos dois, quatro e seis meses de vida.
Além disso, há duas doses de reforço com a Vacina Oral Poliomielite (VOP), aplicadas aos 15 meses e aos 4 anos.
A vacinação de campanha está disponível com a vacina oral e segue a parte das vacinas de rotina, devendo ser aplicada como uma dose extra indiscriminadamente para crianças com idade entre 1 e 4 anos, 11 meses e 29 dias que tenham o esquema completo com pelo menos as três doses da vacina injetável.
Desde 1989, não se registram casos de poliomielite no país, que tem a certificação de área livre de circulação do poliovírus selvagem há 30 anos.
Porém, em 2023, o país foi classificado como alto risco para a reintrodução do vírus pela Comissão Regional para a Certificação da Erradicação da Poliomielite na Região das Américas (RCC), por conta das coberturas vacinais, dos indicadores de vigilância epidemiológica das paralisias flácidas agudas (PFA) e do status de contenção laboratorial dos poliovírus.
Fonte: G1RN
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