Em dois anos, o Rio Grande do Norte deve elevar a curva de produção de ostras nativas em cativeiro e se tornar o principal fornecedor sementes da espécie brasiliana (popularmente conhecida como ostra de mangue) para os estados nordestinos. A meta é chegar a 2016 produzindo 180 milhões de sementes por ano. Esse banco visa abastecer áreas produtoras na região, principalmente em Alagoas, Paraíba e Sergipe, além do RN. A produção de ostra no litoral potiguar apresentava-se em declínio devido à atividade extrativista da espécie nos estuários, mas foram identificadas pelo menos 13 áreas com potencial real para alavancar o cultivo do molusco em cativeiro.
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