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Rio Grande do Norte representa 5,7% do setor de serviços do Nordeste

Rio Grande do Norte representa 5,7% do setor de serviços da região Nordeste — Foto: Divulgação

Com a receita bruta de prestação de serviços em R$ 11,2 bilhões, o Rio Grande do Norte representa 5,7% do setor de serviços da região Nordeste, de acordo com a Pesquisa Anual de Serviços (PAS) de 2019, do IBGE. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25).

O RN tem a quinta maior participação entre os estados da região. Maranhão (7%), Ceará (17,9%), Pernambuco (22,2%) e Bahia (31,4%) aparecem à frente. Em 2010, o RN representava 5,8%, o que mostra leve oscilação negativa na comparação com o resultado atual.

Os serviços potiguares representam 0,6% da receita bruta produzida pelo Brasil nessa atividade econômica. A participação percentual é a mesma registrada em 2010.

Número de trabalhadores cresce 91%

O IBGE destaca também que o número de pessoas ocupadas em “serviços profissionais, administrativos e complementares” cresceu 91% entre 2010 e 2019 no Rio Grande do Norte. De acordo com a PAS, são 33 mil trabalhadores a mais em 2019 na comparação a 2010, o que resulta em 71 mil pessoas. Segundo o levantamento, este segmento é responsável por mais da metade (52,9%) das pessoas ocupadas em serviços no estado e por 30% da receita bruta do setor.

São exemplos desse segmento: serviços técnico-profissionais; seleção, agenciamento e locação de mão de obra; agências de viagens, operadoras de turismo e serviços de reserva; atividades de vigilância, segurança e investigação; serviços de escritório e apoio administrativo.

O número total de trabalhadores em serviços no RN saiu de 92,4 mil, em 2010, e chegou a 134,5 mil em 2019. Com esse crescimento, o Rio Grande do Norte é a 16ª unidade da federação em número de pessoas ocupadas neste setor.

O número de empresas de serviços também aumentou, registrando um percentual de crescimento de 45% no período analisado. Eram 7.308 empresas de serviços, em 2010, e chegou a 10.659 empresas em 2019. O salário médio mensal nos serviços, porém, diminuiu. Em 2010, era 1,7 salário mínimo, mas recuou para 1,6 em 2019.

A Pesquisa Anual de Serviços (PAS) retrata características estruturais das empresas prestadoras de serviços não-financeiros no Brasil em sete segmentos: serviços prestados principalmente às famílias; serviços de informação e comunicação; serviços profissionais, administrativos e complementares; transportes, serviços auxiliares ao transporte e correio; atividades imobiliárias; serviços de manutenção de reparação; e outras atividades de serviços. O levantamento traz resultados sobre receita, emprego, salários e custos para cada segmento e os agrupamentos de atividades contidos neles.

Fonte: G1RN
Ponto de Vista

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