RIA SEMPRE –                                     –

Eu sou uma pessoa muito alegre, a maioria dos meus amigos de infância também, crescemos juntos levando essa alegria, na Universidade continuou até os dias de hoje.

Na Universidade pintamos e bordamos, roubamos um balaio de São João, feito esse que ficou famoso e ainda hoje se fala por aí, o balaio era imenso e estava em frente e bem próximo de um conjunto musical. Levamos o balaio e ninguém percebeu.

Em outra ocasião estava dando aula o nosso querido professor Munir Aby Faraj, professor muito querido por todos.

Começou a aula, a classe quase toda entrou e ficaram alguns retardatários conversando na cantina. Nisso Alex Nascimento se levanta e Grita – Soldados de pé. Ordinário, marchem. Saiu imitando um corneteiro e a turma marchando atrás. Com a aula em andamento e Alex conduzindo o “pelotão” adentrou na sala de aula e marchamos para o final da classe, pois até o meio já estava cheia. Pois bem, Munir assistindo, quando o “nosso pelotão” ia sentasse, ouvimos um grito – Pelotão sentido. Meia volta volver. Marchem, o nosso “pelotão” continuou marchando. Quando chegamos ao lado da porta ele diz – À direita marchem. Assim o nosso querido professor, colocou todos para fora de classe, brincando, de bom humor, como sempre viveu.

Fomos comemorar os vinte e cinco anos de formados, em um hotel na praia de Serrambi, Porto de Galinhas em Pernambuco. Nessa época, o governo federal estava fazendo propaganda incentivando o uso da camisinha (preservativo), e começava – Proteja o seu Bráulio etc., pois bem, em uma reunião festiva para organizar a viagem, tocou-se no assunto e começou a brincadeira. Eu protestei e disse que o meu não se chamava Bráulio, pois era muito educado, de uma enorme gentileza, a partir d’aquele momento ia se chamar Jean Pierre. Foi uma festa e o nome ficou.

Pois bem, na piscina do hotel, fizeram um jogo de vôlei entre nordestinos e sulistas. Nessa brincadeira, depois de muita bebida, surge o nome de Jean Pierre, pra cá, Jean Pierre prá lá. Sei que Jean Pierre estava no “auge de sua fama.”

A noite estava no restaurante do hotel jantando com minha esposa, quando chega um casal, aproximou-se da mesa, pediu licença, o cidadão apresentou a esposa dele e disse – Olha minha esposa gostou muito de vocês, e ela estar doida para conhecer Jean Pierre.

Minha mulher sem graça, olhou para mim com espanto, encabulada para o casal e disse.

– Fulana mude de idéia, isto não vai dar certo.

Guga Coelho Leal – Engenheiro e escritor, membro do IHGRN

As opiniões emitidas são de responsabilidade dos colaboradores
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