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Réveillon: Rio decide ‘fechar’ Copacabana para evitar aglomeração

Queima de fogos na praia de Copacabana da Vista Chinesa (Arquivo) — Foto: RUDY TRINDADE/FRAMEPHOTO/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

O prefeito em exercício do Rio vereador, Jorge Felippe (DEM), decidiu “fechar” o bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio, no réveillon. Somente moradores poderão entrar na região, como uma forma de evitar aglomerações.

A decisão foi tomada após uma reunião de Felippe com o governador em exercício, Cláudio Castro (PSC), no Palácio Guanabara.

A informação foi confirmada nessa quarta-feira (23). Ao RJ2, Jorge Felippe deu mais detalhes, e disse que o bloqueio será para todos os carros de pessoas que não sejam moradores, além de ônibus. O metrô, da Central do Brasil até a Barra da Tijuca, também não vai funcionar. O bloqueio acontece a partir das 20h do dia 31.

Ainda segundo Jorge Felippe, ele ônibus de turismo com destino a orla não entrarão na cidade.

Pela manhã, o blog do Edimilson Ávila já tinha informado que o assunto tinha sido colocado em pauta mas ainda não havia decisão.

A medida sobre os ônibus também tem o objetivo de evitar o acúmulo de pessoas em regiões onde tradicionalmente havia festa de Ano Novo.

Jorge Felippe também quer evitar o trabalho de ambulantes nesses locais, como a orla, para que não haja aglomerações.

A proposta de Cláudio Castro passa também por uma articulação com o MetrôRio para encontrar uma solução para reduzir público.

Festas em quiosques

As festas públicas em Copacabana já tinham sido canceladas pelo prefeito Marcelo Crivella. As festas em quiosques também estão canceladas.

Os estabelecimentos, entretanto, estão autorizados a funcionar como vêm operando desde a reabertura, em julho, “com quantidade reduzida de mesas, distanciamento de 1,5 m entre elas, e seguindo todos os protocolos de segurança e higiene”, segundo a concessionária Orla Rio.

Prefeito até 31 de dezembro

Jorge Felippe é presidente da Câmara dos Vereadores e assumiu a prefeitura após a prisão e afastamento de Marcelo Crivella (Republicanos). Fernando Mac Dowell, que era o vice de Crivella, morreu em 2018.

R$ 66 milhões para combate ao coronavírus

Ao fim da reunião no Palácio Guanabará, prefeito e governador interinos decidiram que ainda nesta quarta-feira a Prefeitura receberia um repasse de R$ 66 milhões para ações de combate ao coronavírus.

Fonte: G1

Ponto de Vista

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