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A retomada do Museu da Rampa

As obras de restauração da antiga rampa de hidroaviões às margens do Rio Potengi, imóvel próximo ao Canto do Mague nas Rocas que irá abrigar o futuro Museu da Rampa, poderão ser retomadas em até 30 dias. Essa é a expectativa de Jader Torres, titular da Secretaria Estadual de Infraestrutura (SIN), que pretende concluir o trabalho 180 dias após sua retomada. Os serviços estão parados desde o mês de maio de 2014, esbarraram em uma série de questões que envolvem desde ajustes técnicos no projeto executivo até acordos com a colônia de pescadores que atuam na área para a continuidade da obra. A proposta é que o Museu da Rampa abrigue acervo alusivo ao papel de Natal e Parnamirim nos conflitos da 2ª Guerra Mundial.

Os serviços de reforma e restauração, orçados em R$ 7,2 milhões, foram iniciados em junho de 2013 com recursos do Prodetur/NE. A obra está sob responsabilidade da SIN, é executada pela Construtora Ramalho Moreira a partir de projeto executivo assinado pela empresa pernambucana Cunha Lanfermann Engenharia e Urbanismo. No local também será erguido o Memorial do Aviador, com projeto arquitetônico do potiguar Carlos Ribeira Dantas.

“Quando assumimos a Secretaria de Infraestrutura essa obra já estava paralisada. Houve necessidade de uma readequação do projeto, que já passou por análise da Caixa (agente financeiro que libera os recursos). No período (de maio de 2014 para cá) também houve um impasse com os pescadores que ancoram seus barcos ali próximo. Foi negociada compatibilização afim de permitir que tanto eles quanto as obras possam conviver naquele espaço”, explicou o secretário Jader Torres, acrescentando que a primeira providência a ser tomada será a criação de um acesso exclusiva para os pescadores, isolando a área do futuro museu.

“Eles (os pescadores) estavam passando por dentro do canteiro de obras para acessar os barcos. Fora isso, tivemos uma readequação no projeto que está em fase final de análise pela empresa Cunha Lanfermann Engenharia e Urbanismo, de Pernambuco. Como não altera o orçamento, não precisaremos do aval da Caixa, que já aprovou alterações no tocante a alguns serviços que estavam previstos e outros não previstos na planilha”, esclareceu Torres. “Na hora de executar serviços em um imóvel antigo, tombado pelo patrimônio, sempre aparece algum imprevisto”, acrescentou.

Ponto de Vista

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