Não queremos imitar a arte da fotografia.
Distorcemos objetos, pessoas, animais. Alteramos cores, mudamos formas.
Em nossos pincéis, está a nossa alma.
Pintamos para não morrer.
Exorcizamos nossos demônios naquela tela em branco.
Pintar é algo sagrado. Egoísta. Não gostamos de compartilhar aquele momento com ninguém.
O ateliê é nosso santuário. Daquele local sujo e imundo, brotam nossas alegrias, tristezas, angustias e devaneios. Coisas belas ou feias. Nunca o meio termo disso. Não há equilíbrio na arte.
O iniciante busca a perfeição. O maduro também. Mas com uma diferença. O maduro, busca em sua alma, e volta a ser uma criança. O iniciante busca-a no exterior, na própria realidade. E nunca a encontra.
Sim, parece que é o destino de todo artista. Voltar a ser criança. Uma criança com conhecimentos técnicos, mas ainda sim, uma criança.
O medo de errar acaba-se, simplesmente porque não há mais certo nem errado. As pinceladas se soltam. O pincel dança pela tela. As cores se misturam na paleta, ganhando tons, perdendo tons, acinzentando-se…
Temos crises de criatividade. Depressões também. Pintamos muito, pintamos pouco. E seguimos. As vezes sem saber para onde, mas seguimos… Pintando para não morrer.
Eduardo Freire – Artista plástico
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