De janeiro até o início de junho deste ano, o governo teve de pagar R$ 8 bilhões para bancar a redução média de 20% nas contas de luz, em vigor desde fevereiro, mesmo com o uso reforçado das usinas termelétricas, cuja energia é mais cara. O número é tratado de forma sigilosa pelo governo e foi obtido com exclusividade pela Folha.
Calculado por técnicos do governo, inclui todas as despesas pagas pelo fundo do setor, a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético), em nome de duas missões: manter a energia mais barata e segurar o impacto da geração térmica sobre as tarifas. Parte desse gasto será repartido com o consumidor nos próximos cinco anos.
A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou que apenas o gasto com as térmicas, tratado isoladamente, de janeiro a abril, é superior a R$ 3 bilhões. As despesas restantes envolvem redução de encargos e o gasto com a energia mais cara gerada pelas usinas térmicas no período restante, entre outros custos. A agência disse não dispor dos dados atualizados para o período até o início de junho.
Um homem de 39 anos que cumpria pena no sistema penitenciário do Rio Grande do…
A Justiça Eleitoral realiza atendimentos neste feriado do Dia do Trabalhador (1º) e também neste…
Mais tempo com a família, para cumprir as obrigações em casa, passear e até mesmo…
Após 26 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia entra em…
Um homem de 31 anos, suspeito de participar do roubo de joias avaliadas em cerca de…
Aulas em escolas da rede municipal de Natal foram suspensas nesta quinta-feira (30) por causa…
This website uses cookies.