RECORDAR É REVIVER O QUE FOI BOM –
Recentemente, atentei para explicita irritação de certa criança, por seu celular não estar acessando serviços de streaming tais como as plataformas youtube e Disney.
Naquele instante revivi fragmentos preciosos que moldaram a tapeçaria de minha história de vida, recordando as emoções tidas ao ser presenteado com toca fitas, fita cassete, CDs e walk man, oferecendo-me maneira prática e portátil, para desfrutar de boas músicas.
Tais lembranças gostosas e marcantes como luz de flash, iluminaram-me o cérebro, trazendo a lume eventos acontecidos em tempos passados, transformados em memórias registradas como imagens mentais, associadas a objetos inesquecíveis:
A radiola, mais que um aparelho musical, obra-prima da tecnologia de então, capaz de gerar som rico e autêntico, animando festas nas garagens em casas de amigos, das quais muito participei. O disco de vinil, com sua superfície negra, girando sob agulha posicionada em sulcos neles existentes, traduzindo vibrações de melodias memoráveis.
E tantos outros itens então populares: A lista telefônica, cujo ato de folhear suas páginas em busca de contato de alguém era elemento especial, enquanto o acendedor magiclick, fiel escudeiro de minha genitora em sua cozinha, surgia como rápida solução para iniciar o fogo, substituindo com maestria os fósforos.
A máquina de datilografia e o escovão, a primeira verdadeiro instrumento de escrita, enquanto o segundo também conhecido como enceradeira manual, representava ferramenta para quem se aventurava, na era da cera em pasta, a lustrar o chão de madeira.
A cama com estrado de mola, considerada o ápice do conforto e luxo, sinônimo boa noite de sono. Quanta alegria quando presenteei minhas filhas com o Atari, pioneiro na era dos jogos eletrônicos, como o Pac-man.
Sinto-me feliz, pois ao contrário da atual geração Iphone, vivi a transição desde as enciclopédias Barsa e consultas instantâneas no google, transcendendo de páginas estáticas, para o vasto mundo de informações dinâmicas ao alcance das pontas dos dedos. Por tais motivos, convenço-me que recordar é reviver tudo o que foi bom outra vez.
Alberto Rostand Lanverly – Presidente da Academia Alagoana de Letras
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