O presidente do Conselho de Ética na Câmara dos Deputados, José Carlos Araújo (PSD-BA), defendeu nesta quinta-feira que o colegiado também funcione em janeiro para analisar o processo do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), caso o recesso parlamentar seja cancelado para analisar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Pela Constituição, os trabalhos no Legislativo são encerrados a partir do dia 23 de dezembro e só são retomados no dia 2 de fevereiro.
Vários partidos têm defendido a ideia de não entrar de férias para dar andamento à comissão do impeachment, a ser instalada na semana que vem. O próprio governo orientou a base aliada a enfrentar o processo sem fazer manobras para atrasar o seu andamento. A abertura do impeachment foi autorizada por Cunha na quarta-feira, após os deputados petistas que integram o Conselho de Ética anunciarem que irão votar pela continuidade das investigações do peemedebista, acusado de quebra de decoro.
Cunha, porém, negou motivação política para abrir o impeachment e argumentou que o pedido atendia à legislação. A decisão de não haver recesso depende do presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e a convocação tem que ser com uma pauta específica.
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