A Receita Federal vai anunciar as regras do Imposto de Renda 2025 na tarde desta quarta-feira (12), com mais detalhes sobre o prazo para declaração, calendário de pagamento das restituições e eventuais novidades.
A data inicial para a entrega das declarações ainda não foi confirmada oficialmente, mas a Receita Federal já indicou que o período deve ser próximo ao visto no ano passado. A expectativa é que a entrega da declaração comece em 17 de março. O prazo deve se estender até 30 de maio.
Além disso, o programa de declaração do Imposto de Renda também ainda não foi anunciado, mas é comumente liberado para “download” alguns dias antes do início do prazo.
A data inicial para entrega das declarações ainda não foi confirmada oficialmente, mas a Receita Federal já indicou que o período deve ser próximo ao visto no ano passado.
A expectativa é que o prazo comece em 17 de março e se estenda até 30 de maio. A leve mudança em relação ao ano passado aconteceria porque as datas de início e fim do prazo — que, em 2024, eram de 15 de março a 31 de maio — caem em finais de semana neste ano.
A confirmação da data pelo Fisco, no entanto, ainda deve acontecer na tarde desta quarta-feira (12).
O programa de declaração do Imposto de Renda ainda não foi anunciado e, portanto, ainda não está disponível para download. O observado em anos anteriores, no entanto, é que o software é normalmente liberado alguns dias antes do início do prazo de entrega.
Para aqueles que quiserem se adiantar, basta ficar de olho no site da Receita Federal, onde o programa costuma ser disponibilizado.
O calendário de pagamentos da restituição do Imposto de Renda 2025 deve ser informado pela Receita Federal ainda nesta quarta-feira.
Caso os pagamentos repitam o padrão do ano passado, a expectativa é que o primeiro lote de restituições seja pago no último dia do prazo de entrega das declarações — o que, neste ano, caso as datas sejam confirmadas, seria em 30 de maio.
A partir de então, o pagamento dos demais lotes — normalmente são cinco no total — serão feitos nos meses subsequentes, sempre no último dia útil de cada mês. Vale destacar que quem entrega a declaração no início do prazo, sem erros ou omissões, costuma figurar nos primeiros lotes de restituição.
O calendário oficial, no entanto, ainda deve ser divulgado pelo Fisco nos próximos dias.
A prioridade no recebimento das restituições do Imposto de Renda acontece na seguinte ordem:
A tabela do Imposto de Renda é usada para calcular o valor que cada contribuinte deve para o Fisco.
Até o momento, a Receita Federal ainda não anunciou nenhuma mudança na tabela do Imposto de Renda, embora já haja uma sinalização do Ministério da Fazenda de que a equipe econômica quer tentar ampliar a faixa de isenção dos atuais R$ 2.824 para R$ 3.036.
Essa mudança viria para manter o benefício para quem recebe até dois salários mínimos, que foi reajustado para R$ 1.518 no começo deste ano.
Mas, caso a tabela do Imposto de Renda seja a mesma do ano passado, ela será da seguinte forma:
Tabela progressiva do Imposto de Renda
| Base de cálculo | Alíquota | Parcela a deduzir do IR |
| Até R$ 2.259,20 | zero | zero |
| De R$ 2.259,21 até R$ 2.828,65 | 7,5% | R$ 169,44 |
| De R$ 2.828,66 até R$ 3.751,05 | 15% | R$ 381,44 |
| De R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68 | 22,5% | R$ 662,77 |
| Acima de R$ 4.664,68 | 27,5% | R$ 896,00 |
Além disso, o governo também discute internamente como cumprir a promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de isentar rendas de até R$ 5 mil do Imposto de Renda. A ideia, no entanto, é que isso comece a valer somente em 2026.
Mesmo sem as regras do Imposto de Renda 2025 terem sido divulgadas pela Receita Federal, o tributarista Welinton Mota indicou ao g1 que já é possível antever uma mudança.
Segundo o especialista, a expectativa é que, nesse ano, sejam obrigados a declarar aqueles contribuintes que receberam mais de R$ 33.704 em 2024. O valor é 10% maior do que o do ano passado, de R$ 30.639.
Nesse caso, o piso deve ser maior por conta da ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda no ano passado, que subiu de R$ 2.640 para R$ 2.824.
Você precisará ter em mãos informes de rendimentos da empresa em que trabalha, de instituições financeiras e de outras rendas recebidas no ano passado. Veja a lista de documentos necessários:
Renda
Bens e direitos
Dívidas e ônus
Renda variável
Pagamentos e deduções efetuadas
Informações gerais
O contribuinte também pode precisar incluir informações complementares sobre alguns tipos de bens — como imóveis e veículos, por exemplo —, além de dados de conta-corrente e aplicações financeiras. Veja quais são essas informações:
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