A forte reação do presidente do conselho de administração da Petrobras, Nelson Carvalho, contra a possibilidade de uma redução dos preços dos combustíveis para ajudar a presidente Dilma Rousseff a enfrentar as turbulências políticas parece ter abortado a ideia. Não houve nenhuma outra manifestação a respeito e, entre conselheiros consultados ontem, a impressão é de que o assunto foi encerrado.
A única suspeita gerada diz respeito à expressão “no momento”, usada pela Petrobras na nota enviada para jornalistas em que negava planos de reajustar os preços da gasolina e diesel. Como diz um conselheiro, uma possível leitura é de que pode haver uma redução dos preços “amanhã ou na próxima semana”. Contudo, a avaliação é de que a reação do conselho colocou a diretoria da Petrobras em córner, apesar de a diretoria ter autonomia para reajustar preços.
A reação do mercado foi muito forte. Investidores procuraram conselheiros e analistas tentaram acalmar os clientes. Na avaliação de um grande banco, uma ajuda dessa natureza poderia, em última instância, colocar a própria economia em risco. Nesse cenário, há quem esperaria até a saída do diretor financeiro da Petrobras, Ivan Monteiro, já que um ajuste nos preços para baixo afetaria receitas, prejudicando os esforços do executivo para melhorar o balanço e a eficiência operacional da estatal.
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,1610 DÓLAR TURISMO: R$ 5,3700 EURO: R$ 5,8830 LIBRA: R$ 6,8430 PESO…
Os números referentes ao desempenho de estudantes que concluíram o ensino médio na rede pública do país…
As suspeitas sobre o financiamento do filme "Dark Horse", uma cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), devem…
Um avião de pequeno porte se chocou contra o arranha-céu mais alto de Pequim nesta sexta-feira (26),…
A Fragata Cunha Moreira (F202), que foi lançada pela Marinha do Brasil nesta sexta-feira (26),…
A terceira e última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo prossegue nesta…
This website uses cookies.