A forte reação do presidente do conselho de administração da Petrobras, Nelson Carvalho, contra a possibilidade de uma redução dos preços dos combustíveis para ajudar a presidente Dilma Rousseff a enfrentar as turbulências políticas parece ter abortado a ideia. Não houve nenhuma outra manifestação a respeito e, entre conselheiros consultados ontem, a impressão é de que o assunto foi encerrado.
A única suspeita gerada diz respeito à expressão “no momento”, usada pela Petrobras na nota enviada para jornalistas em que negava planos de reajustar os preços da gasolina e diesel. Como diz um conselheiro, uma possível leitura é de que pode haver uma redução dos preços “amanhã ou na próxima semana”. Contudo, a avaliação é de que a reação do conselho colocou a diretoria da Petrobras em córner, apesar de a diretoria ter autonomia para reajustar preços.
A reação do mercado foi muito forte. Investidores procuraram conselheiros e analistas tentaram acalmar os clientes. Na avaliação de um grande banco, uma ajuda dessa natureza poderia, em última instância, colocar a própria economia em risco. Nesse cenário, há quem esperaria até a saída do diretor financeiro da Petrobras, Ivan Monteiro, já que um ajuste nos preços para baixo afetaria receitas, prejudicando os esforços do executivo para melhorar o balanço e a eficiência operacional da estatal.
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