QUEM MATOU A VEREADORA MARIELLE? –
Essa indagação candente corre o país e o mundo se sobrepõe em meio a crises político-institucionais que se avolumam no decurso das necessárias averiguações legais. Tal qual um seriado, cada capítulo surge bem detalhado nos holofotes da mídia televisiva. Em meio a este clima que reflete a insegurança pública, esta por certo ainda sem definição melhor no Rio e em tantos estados da federação, há a questão maior, jurídica e institucional, da punibilidade na esteira da Operação Lava-Jato.
Após anunciados mais de mil mandados de busca e apreensão, de prisões temporárias ou preventivas, de conduções coercitivas, prisões domiciliares, tudo com o fito de apurar o processo de lavagem de dinheiro que fez sugar bilhões de reais em desvios e propinas, a sensação é de que há um esforço por uma depuração dos quadros políticos, ao mesmo tempo em que as instâncias jurídicas cumprem o honroso papel de sustentar as leis no grave cenário interinstitucional.
No bojo das notícias, o espectador dos telejornais vive ao aguardo de novidades, tanto agora pela solução do crime abominável da vereadora do PSOL no Rio de Janeiro, quanto na esfera política. Nesta há a esperança de que os já considerados fichas-sujas, se não estejam bem enquadrados no universo legal, ou mesmo nos aspectos prisional ou domiciliar, pelo menos não façam parte do rol de candidatos nas próximas eleições. Seria um autêntico desprezo pelos ingentes esforços tanto na órbita legal quanto moral arguidos pela população. Ainda neste último caso, se subterfúgios favorecerem a quem infringiu a lei e mesmo assim o fizerem apresentar-se de cara-lisa ao pleito, poderia se constituir numa “pá de cal” em cima do esforço monumental de moralização e purgação por que passa a política brasileira.
Nessa altura do debate cabem tantas perguntas. Qual seria a reação do povo brasileiro se malograrem esses esforços éticos? Poderia acontecer a volta às ruas cívica com vigor como antes ocorrera por ocasião do impeachment da presidente Dilma, ou irremediavelmente retornaremos ao status irrisório do péssimo uso político e administrativo das instituições brasileiras? Será que o estado brasileiro e os órgãos regionais de governo suportariam mais desvios do erário? E mais: será que a suprema vergonha da má reincidência não abalaria os nervos da população de forma a eclodirem protestos sem tamanho? A ver novidades e soluções nos próximos capítulos, ou nos próximos dias e meses infensos a este ano eleitoral, que promete muita lenha para novos embates e reclamos.
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