As greves dos professores e dos servidores técnico-administrativos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) continuam após as categorias terem rejeitado as propostas oferecidas pelo governo federal nesta semana.
Os técnico-administrativos da Universidade Federal do Semi-Árido (Ufersa) foram mais uma categoria a recusar a nova proposta e manter a greve. No caso da Ufersa, os professores não entraram em greve e seguem as atividades.
As paralisações fazem parte de um movimento nacional de universidades, institutos e centros federais.
Algumas categorias no RN começaram a greve há cerca de dois meses, enquanto outras completaram o primeiro mês recentemente, como no casos dos professores da UFRN.
Em todos os casos, as paralisações são por tempo indeterminado e sem previsão de retorno.
Veja abaixo quando começou cada greve:
Na UFRN, os professores rejeitaram em plebiscito, nesta quarta e quinta-feira, a proposta do governo federal. Segundo o sindicato Adurn, os professores da UFRN reivindicam:
Já os técnico-administrativos rejeitaram a proposta em assembleia geral na quarta. Segundo o Sindicato Estadual dos Trabalhadores em Educação do Ensino Superior do RN (Sintest), assim como ocorreu com os docentes, o governo não propôs percentual de correção salarial para 2024.
A UFRN conta com cerca de 52,7 mil estudantes de graduação, pós-graduação e de cursos técnicos.
Os servidores da Educação do IFRN votaram em assembleia geral nesta quinta e decidiram reprovar a proposta do governo para a reestruturação das carreiras de técnico-administrativos e do magistério do ensino básico, técnico e tecnológico.
De acordo com o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica – Seção Natal (Sinasefe), foram 445 votos contrários à aceitação da proposta do governo, 85 favoráveis e 30 abstenções.
Os sevidores, segundo o Sinasefe, buscam:
O IFRN tem cerca de 38 mil estudantes. O calendário da instituição foi suspenso no início da greve. A UFRN não suspendeu o dela.
Os técnico-administrativos da Ufersa também rejeitaram, em assembleia geral nesta quinta (23), a proposta oferecida pelo governo federal. Segundo o Sintest, a justifictiva foi o que o governo federal não ofereceu correção salarial para 2024.
Em relação à primeira proposta, apresentada em 19 de abril, foi mantida a oferta de 9% para 2025, e para 2026 o percentual subiu de 3,5% para 5%, mas a categoria decidiu rejeitar.
Os professores da Ufersa não aderiram à greve.
Fonte: G1
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