Natal amanheceu com as ruas movimentadas nesta terça-feira (30). O dia marca a retomada das atividades econômicas na capital potiguar após a adoção de medidas de isolamento social para conter a pandemia do novo coronavírus. A Prefeitura do Natal antecipou a reabertura em um dia, em relação ao governo estadual.
A reabertura de serviços e do comércio não essencial foi dividida em duas etapas e deve seguir uma série de medidas sanitárias como a obrigatoriedade do uso de máscara, fornecimento de álcool em gel para clientes e controle da entrada de pessoas nos estabelecimentos para garantir o distanciamento social necessário para conter o avanço da Covid-19.
Nesta terça-feira (30) foi autorizado o funcionamento de estabelecimentos com até 300 m² e com “porta para a rua”, agências, bancas, lojas de roupas e salões de beleza. A cidade também registrou pequenos pontos de congestionamento no trânsito, além de ônibus cheios.
No bairro do Alecrim, maior centro comercial de Natal, pessoas se aglomeraram em filas nas calçadas e nas entradas das lojas. Donos de pequenos comércios – que não se encaixam na primeira etapa de reabertura – também se concentraram nas portas dos estabelecimentos que não puderam funcionar.
Uma equipe da Polícia Militar esteve no Alecrim para fiscalizar o movimento do comércio e a utilização obrigatória de máscaras de proteção. O camelódromo, símbolo do comércio de rua natalense, também não pôde reabrir por se encaixar na categoria “galeria”, prevista para voltar às atividades na segunda fase da retomada econômica, no dia 7 de julho.
O início da retomada das atividades econômicas no Rio Grande do Norte foi condicionado ao cumprimento de protocolos específicos de segurança sanitária. Dentre eles, a ocupação dos leitos de UTI, que deve estar abaixo de 70%.
A primeira data prevista para reabertura de alguns comércios foi 17 de junho, mas a data foi adiada para 24 de junho porque o Estado estava com 99% dos leitos ocupados. Em 24 de junho, novamente a ocupação de leitos estava acima de 70% e a reabertura do comércio foi novamente adiada para 1º de julho.
Fonte: G1RN
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