O resultado pelo BC foi calculado após ajuste sazonal — uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes. A comparação foi feita com os três primeiros meses de 2024.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado oficial do período, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será divulgado em 3 de setembro.
Se o PIB cresce, significa que a economia vai bem e produz mais. Se o PIB cai, quer dizer que a economia está encolhendo. Ou seja, o consumo e o investimento total é menor. Entretanto, nem sempre crescimento do PIB equivale a bem estar social.
Apesar da desaceleração da prévia do PIB do Banco Central no segundo trimestre deste ano, o Banco Central avaliou, por meio da ata da última reunião do Copom que a “atividade econômica e do mercado de trabalho segue apresentando dinamismo maior do que o esperado”.
Recentemente, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a equipe econômica deve revisar a projeção de crescimento da economia em 2024, para além da estimativa atual, de 2,5%.
O cenário de atividade aquecida, com o mercado de trabalho apresentando bom desempenho, acontece apesar do Banco Central ter interrompido o processo de corte e mantido a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 10,5%. Esse é o terceiro juro real mais alto do mundo.
Nesta semana, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, avaliou que a taxa de juros brasileira está baixa em termos históricos. Ele citou o período dos últimos cinco anos. O BC calibra a taxa de juros para atingir a meta de inflação dos próximos anos, que é de 3%, com teto de 4,5%.
De acordo com o Banco Central, em junho deste ano, na comparação com o mês anterior, o IBC-Br registrou uma expansão de 1,4%.
Ainda segundo o Banco Central, o IBC-Br apresentou crescimento de 2,1% na comparação com os seis primeiros meses de 2023. E, em 12 meses até junho, a expansão foi de 1,6%. Nesses casos, o índice foi calculado sem ajuste sazonal.
Os resultados do IBC-Br são considerados a “prévia do PIB”. Porém, o cálculo do Banco Central é diferente do cálculo do IBGE.
O indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos, mas não considera o lado da demanda (incorporado no cálculo do PIB do IBGE).
O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o maior crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria mais pressão inflacionária, o que poderia contribuir para conter a queda dos juros.
Diante da alta das expectativas de inflação para os próximos anos, a instituição informou, recentemente, que “não hesitará em elevar a taxa de juros” se julgar apropriado.
Fonte: G1
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