Versões conflitantes sobre o Líbano
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que os ataques continuarão até que as forças israelenses consigam exterminar a ameaça do Hezbollah.
Netanyahu alega que o Líbano não estava incluído no acordo de cessar-fogo anunciado na terça-feira (7) entre Estados Unidos e Irã, corroborando a versão também defendida pelo governo de Donald Trump.
Já o Paquistão, que mediou o acordo, afirma que uma trégua no Líbano está prevista no cessar-fogo.
O cessar-fogo previa que, durante duas semanas, EUA e Israel pausem os ataques ao território iraniano. Em contrapartida, o Irã se comprometeria a reabrir o Estreito de Ormuz, uma importante rota para o comércio de petróleo mundial, mas a abertura da via marítima durou apenas algumas horas.