O presidente da Ucrânia, Viktor Ianoukovitch, aceitou reformar a Constituição e formar um governo de unidade nacional. Após várias semanas de calma, Kiev voltou, desde o dia 11 de fevereiro, a enfrentar confrontos violentos entre ativistas antigovernamentais e forças de segurança, que já provocaram uma centena de mortos. O Ministério do Interior ucraniano anunciou que distribuiu armas de guerra às forças de segurança e a polícia admitiu que está usando balas reais nos confrontos com os manifestantes.
No campo diplomático, o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou o envio a Kiev, a pedido do presidente ucraniano, de um representante para participar de uma mediação com a oposição e os ministros dos Negócios Estrangeiros francês, alemão e polaco. Eles estão na capital ucraniana para tentar conseguir o fim dos confrontos.
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