A prefeitura da cidade de Canguaretama, na Região Agreste do Rio Grande do Norte, instaurou um procedimento administrativo para investigar a morte de uma mulher grávida e das filhas gêmeas dela após o atendimento em uma unidade de saúde do município.
Micarla Cipriano da Silva morreu na terça-feira passada (13) no Pronto Atendimento Municipal de Canguaretama. As filhas dela, Aurora e Aslany, também não resistiram. A Secretaria de Saúde da cidade não informou as causas das mortes.
Em nota, a pasta lamentou as mortes e informou que Micarla recebeu “atendimento necessário” na unidade, mas que, “infelizmente, apesar das medidas adotadas e tratamento realizado, ela e suas filhas não resistiram”.
Segundo a secretaria, “a gestação gemelar [de gêmeos] é uma gestação de risco, aumentando assim o risco de ocorrer eventos adversos e potencialmente graves”.
A abertura do processo administrativo, segundo a Secretaria de Saúde de Canguaretama, é para “apurar detalhadamente os fatos, visando esclarecer quaisquer dúvidas”. A secretaria informou ainda que atualiza protocolos de atendimento e treinamento com colaboradores constantemente.
De acordo com a pasta, Micarla recebeu, desde o início da gestação, assistência da rede de saúde municipal, incluindo acompanhamento pré-natal regular na Unidade Básica de Saúde, bem como todos os exames.
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