O reajuste foi anunciado pelo Sindicato das Indústrias de Cervejas, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas em Geral do RN (Sicramirn), como uma medida necessária diante do aumento dos custos de produção.
De acordo com o consultor executivo do Sicramirn, Daniel Penteado, o reajuste é “uma medida de sobrevivência de toda uma cadeia produtiva”.
A entidade estima que o aumento deve variar de 10% e 20%. Com isso, os preços ao consumidor poderão ficar entre R$ 9 e R$ 15, a depender da cidade e bairro.
Segundo Penteado, o aumento atinge tanto a água mineral quanto a água adicionada de sais, que compõem a categoria de águas envasadas.
O consultor explicou que o reajuste reflete o impacto de fatores como a inflação acumulada e o aumento dos custos de insumos.
“A inflação do ano, acumulada, é de 5%. Tem custo de matéria-prima — do garrafão, plásticos, lacre, tampa, rótulo — que são derivados de petróleo, são resinas termoplásticas. Existe o custo de importação, que o dólar oscila, o custo da resina em si, do transporte marítimo, da energia elétrica, da mão de obra”, detalhou.
Atualmente, o estado tem 35 indústrias envasadoras, que vendem cerca de 3,5 milhões de garrafões por mês.
“Nós não gostaríamos de fazer esse reajuste, mas realmente é uma medida necessária. A gente pede à população que entenda, levando em consideração a segurança que a gente bota à mesa do consumidor”, afirmou.
Fonte: G1RN
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