A política industrial brasileira foi insuficiente para garantir o bom desempenho do setor diante dos entraves estruturais existentes no país. Com isso, o chamado “Custo Brasil” e a sobrevalorização do real oneraram o custo de produção da indústria de transformação brasileira em 34,2% na média entre 2008 e 2012, quando comparada a dos países fornecedores.
Isso tem se traduzido em crescente participação de importações na absorção interna de bens industriais: de 11,6% em 2004 para 23,1% em 2013. E, claro, na queda na receita de exportações da indústria de transformação: menos 29% entre 2004 e 2013.
Essas são algumas das conclusões do estudo “Plano Brasil Maior: resultados e obstáculos à Política Industrial brasileira”, elaborado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
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