No golpe, criminosos utilizaam perfis falsos em aplicativos de mensagens para se passar por advogados e induzir vítimas a transferir dinheiro acreditando que está pagando uma taxa cartorária ou honorários, por exemplo.
As investigações que resultaram na Operação Falsus Causidicus apontam que os suspeitos usavam informações processuais e dados sigilosos para conferir aparência de legitimidade às abordagens.
Eles se passavam pelos advogados das vítimas que tinham ações na Justiça e induziam essas pessoas a realizarem as transferências bancárias.
No principal caso, a vítima foi induzida a realizar um PIX após acreditar estar efetuando o pagamento de supostas taxas cartorárias para a liberação de um crédito judicial que não existia, de fato.
As investigações também revelaram que os valores eram movimentados por meio de contas bancárias de terceiros e depois repassados ao suspeito, para dificultar o rastreamento financeiro e ocultar a origem ilícita dos recursos.
Durante as diligências, a equipe policial constatou que o homem adotava comportamento evasivo, deixando de manter endereço atualizado e dificultando sua localização, circunstância que fundamentou medidas autorizadas pela Justiça.
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar e pessoal, além de medidas de quebra de sigilos e medidas cautelares diversas da prisão.
“As medidas judiciais tiveram como objetivo apreender dispositivos eletrônicos, coletar registros digitais relacionados à prática criminosa e preservar elementos relevantes para o aprofundamento das investigações”, informou a polícia.
A Polícia Civil informou que segue atuando na identificação e responsabilização dos demais integrantes do esquema criminoso, especialmente daqueles envolvidos diretamente na execução dos golpes.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte reforçou a importância de que a população confirme, por meio de canais oficiais, qualquer solicitação de pagamento recebida por aplicativos de mensagens, especialmente relacionadas a processos judiciais, honorários advocatícios ou supostas taxas para liberação de valores.
Fonte: G1RN
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